Defesa de Vladimir Neiva demostra que os documentos estão no processo e pede que Ministra relatora reconsidere decisão

Pega de surpresa, a defesa de Vladimir Neiva estranhou a alegação de que o decreto preventivo não estava em sua integralidade no processo.

Os advogados garantem, e demonstram nos autos, que todos os documentos pertinentes à matéria foram devidamente juntados no ato de impetração do Habeas Corpus, contudo alguns acabaram fora de ordem, dando a entender que estão ausentes.

“Estranhamos a informação de ausência de documentos e logo identificamos o equívoco. Imediatamente protocolamos um pedido de reconsideração de ato e esclarecemos a alteração da ordem dos anexos”, esclareceu o advogado Kalleby Sobral.

A defesa alegou no Habeas Corpus a inexistência de provas da materialidade do crime e aponta que a acusação fundamentou seu pedido apenas nas delações, as quais julgas como frágeis e desapartadas de provas.

“Estamos aguardando a concessão da ordem por todas as razões lá postas, e temos a certeza de que no mérito dos julgamentos a verdade e a idoneidade do cliente será estabelecida”, finalizou o advogado.

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